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ORYN

Desenvolvimento 3D · Linha industrial

A peça que falta na sua produção.

Matriz, gabarito, dispositivo de linha, proteção de equipamento e peça que saiu de catálogo. A maior parte dos nossos projetos começa com uma dor que a fábrica já tinha aprendido a conviver.

Se você já disse uma destas frases.

Nenhuma delas menciona impressão 3D — e todas são resolvidas por ela. É por isso que a conversa costuma começar com uma visita ao chão de fábrica.

O ferramental leva três meses e custa uma fortuna. Não consigo validar antes disso.

Matriz e ferramental

Matriz impressa em escala e tolerância de trabalho, pronta em uma fração do prazo. Serve para validar o processo antes do investimento em ferramental definitivo — e, em muitos casos, para produzir a série inicial.

A peça saiu de linha. O fabricante não faz mais e não temos o desenho.

Engenharia reversa

Escaneamos a peça física, refinamos a malha em software e devolvemos um arquivo 3D editável. A partir dele a peça volta a existir — e passa a poder ser melhorada, não só copiada.

O produto não assenta direito na esteira e a linha para toda hora.

Dispositivo de linha

Peça desenhada sob medida para o ponto exato onde a linha engasga. Não entra no produto do cliente: entra na alimentação da produção, que é onde o tempo se perde.

Cada operador monta de um jeito e o resultado varia de turno para turno.

Gabarito de montagem

Gabarito que só permite montar do jeito certo. Padroniza o resultado sem depender de treinamento, e sai barato o suficiente para existir um em cada posto.

Preciso ver se encaixa antes de liberar o projeto.

Protótipo funcional

Estudo de forma e encaixe na peça real, com o material escolhido pela solicitação mecânica — não pelo que estava na máquina. O erro que aparece aqui custa uma impressão; depois, custa um lote.

O equipamento vive exposto a água e poeira e a proteção original não aguenta.

Proteção e case técnico

Case desenvolvida para a condição real de uso, com vedação e acabamento — e, quando faz sentido, com a identidade da marca aplicada na própria peça em vez de adesivada por cima.

Casos

O que já saiu daqui.

Montadora · Veículo elétrico

Matrizes de estamparia da carroceria

A dor
A carroceria precisava de teto, para-choque e painel estampados, e a estamparia só rodaria com matriz na mão. Sem matriz, a linha inteira ficava parada esperando ferramental.
O que fizemos
Desenvolvemos as placas-matriz que o fornecedor usaria para estampar cada peça — em escala, com a geometria conferida ponto a ponto.
O rigor
A primeira matriz do teto, uma peça de cerca de 80 cm por 1 m, foi reprovada por 4 mm e refeita. Numa peça desse tamanho, 4 mm é meio por cento — e é exatamente a diferença entre uma matriz que serve e uma que sucateia o lote inteiro.
O resultado
Matriz aprovada e liberada direto para produção. A partir dela as demais peças saem em série.

Mineração

Painel operacional blindado

A dor
O pedido que chegou foi curto: “quero uma case”. O equipamento operava exposto a água e poeira, e a proteção de fábrica não dava conta.
O que fizemos
Entregamos mais do que a case. O painel saiu com membrana impressa, logo aplicado na própria peça e vedação pensada para a condição real de operação.
O resultado
Proteção contra água e poeira, e um acabamento acima do painel original. O aperfeiçoamento não foi cobrado à parte — é como a ORYN lê um briefing.

Linha de montagem

Dispositivo de transferência na esteira

A dor
O produto chegava ao fim da esteira e não caía na posição certa. Cada travada era parada de linha e retrabalho de operador.
O que fizemos
Desenhamos a peça que conduz o produto no ponto exato da transferência. Ela não faz parte do que a fábrica vende — faz parte de como a fábrica produz.
O resultado
Alimentação da linha estabilizada, sem alterar máquina nem processo. É o tipo de ganho que ninguém pede em orçamento porque ninguém imagina que exista.

Peças que saíram da máquina — sem render.

Três suportes retangulares perfurados, um azul, um cinza e um verde, lado a lado sobre um tronco cortado
Suportes perfurados em três diâmetros de furo.
Duas peças pretas circulares com sulcos concêntricos, apoiadas na palma de uma mão
Peça texturizada, na palma da mão. A escala também é projeto.
Conexão cinza impressa em 3D, com corpo cônico e espigão cilíndrico na extremidade
Conexão com espigão, saída inteira da máquina.
Duas calotas pretas em forma de prato fundo, uma de frente e outra de costas, sobre um tronco cortado
Par de calotas com encaixe na borda.

Não apenas imprimimos.

Impressão é a sexta etapa de sete. O que resolve o problema do cliente é o que acontece antes e depois dela.

01

Capturamos

Escaneamento 3D da peça ou do ambiente, quando o ponto de partida é físico.

02

Modelamos

Modelagem técnica ou orgânica, conforme a peça. Cada uma pede um software diferente.

03

Simulamos

Avaliação de solicitação mecânica: é ela que define o material, não o contrário.

04

Prototipamos

A peça de estudo, para conferir forma, encaixe e função antes de valer.

05

Validamos

Conferência dimensional com o cliente. Fora de tolerância, volta — como já voltou.

06

Produzimos

Produção aditiva da peça aprovada, unitária ou em série controlada.

07

Acabamos

Acabamento, personalização e, quando o projeto pede, integração eletrônica.

Antes de pedir orçamento.

Preciso ter o desenho 3D da peça?

Não. Se a peça existe fisicamente, escaneamos e geramos o arquivo. Se existe só na cabeça ou num croqui, desenhamos. O arquivo pronto é bem-vindo, mas nunca foi pré-requisito.

Como é definida a resistência necessária para cada peça?

A aplicação, as cargas envolvidas, a geometria e as condições reais de uso são avaliadas para definir o material e a estratégia de fabricação. Quando necessário, o desenvolvimento inclui etapas de validação dimensional e funcional antes da aplicação definitiva.

A peça impressa pode ir direto para produção?

Pode, dependendo da aplicação. Material, esforço mecânico, temperatura, ambiente, tolerâncias e criticidade determinam se a peça pode atuar diretamente em produção ou se deve ser utilizada inicialmente para prototipagem e validação. Cada aplicação é avaliada individualmente.

Vocês visitam a fábrica?

Sim — e é onde o projeto costuma crescer. Boa parte das oportunidades aparece andando pela linha e perguntando como cada etapa é feita hoje, não lendo um pedido por e-mail.

Manda a peça,
a foto ou o croqui.

Não precisa chegar com projeto pronto. Uma foto do problema já é suficiente para dizermos se há caminho — e qual.